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DEIFICAÇÃO pela Participação na DIVINDADE
Por Ed Marks de Deus Tradução não oficial e não revisada pelo
autor do artigo “Deification by Participation in God’s Divinity” publicada em
Affirmation & Critique
(www.affcrit.com) em outubro de 2002, periódico pertencente ao Living Stream
Ministry - Anaheim – CA – EUA, por João Lídio de Carvalho Neto para a edificação da Igreja do Senhor Jesus Cristo,
sem fim comercial.
omo crentes em Cristo, através do
poder purificador do Seu precioso sangue, em Sua maravilhosa redenção, nós
temos o direito divino de participar na divindade de Deus1. “Bem-aventurados
aqueles que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro, para que tenham direito
à árvore da vida” (Apocalipse 22:14, ênfase acrescentada). A árvore da vida significa o Próprio Deus
Triúno que está corporificado em Cristo (Colossenses 2:9) e concretizado como o
Espírito de vida (Romanos 8:2). Esta
vida é a vida divina, a vida incriada, a vida que é o próprio Deus. “Eu sou... a vida” (João 14:6). Eu vim para que possam ter vida e possam
tê-la abundantemente” (João 10:10). “O
último Adão [o cristo encarnado] tornou-Se Espírito vivificante (1Coríntios
15:45). Participar na divindade de Deus
é participar em Cristo como o Espírito vivificante, Que é a realidade da árvore
da vida. Quando usamos a palavra participar,
queremos dizer “participar do para desfrute”.
A árvore da vida é para o homem participar comendo-a (Gênesis 2:9;
Apocalipse 2:7). “Quem Me come também
viverá por mim” (João 6:57). Comer
Cristo como a árvore da vida é recebê-lO para dentro de nós como nossa vida e
suprimento de vida para que Ele possa ser assimilado para dentro do nosso
espírito para nossa regeneração (João 3:6), nossa alma para nossa transformação
(2Coríntios 3:18), e finalmente nosso corpo para nossa glorificação (Filipenses
3:21). Deus nos tem dado o
direito de participar dEle para nosso desfrute para a realização do desejo do
Seu coração. O desejo de Deus é
divinizar, ou deificar o homem, para fazer o homem o mesmo que Ele é em vida,
natureza e expressão, mas não em Deidade.
Dizer que por ser deificado, o homem torna-se uma parte da Deidade como
um objeto de adoração é uma grande heresia.
Porém, negar a verdade do processo da deificação nas Escrituras é negar
o desejo do coração do Deus Triúno e negar Sua Santa Palavra. Na verdade, podemos dizer que Deus foi
“hominificado” a fim de que o homem pudesse ser “Deificado” e para que Deus Se
tornasse um homem na carne (João 1:14) para que nós pudéssemos tornar-nos
filhos de Deus no Espírito. Atanásio,
um grande defensor da fé no quarto século, repetidamente mostrou que a
deificação da humanidade caída é o alvo da encarnação, afirmando: “’[O Logos]
tornou-Se humano, a fim de que nós pudéssemos ser divinizados’ e [O Filho de
Deus] tornou-Se humano, a fim de divinizar-nos em Si mesmo’” (Gross 166). Até mesmo o Catecismo da Igreja Católica
mostra esta verdade teológica dos escritos dos pais da igreja: A Palavra tornou-Se carne a fim de fazer-nos “participantes
da natureza divina”: Para isto é
que a Palavra tornou-Se homem, e o Filho de Deus tornou-Se o Filho do
homem: de maneira que o homem, por entrar em comunhão com a Palavra e assim
receber a filiação divina, pode tornar-se um filho de Deus”. “Pois o Filho de Deus tornou-Se homem a fim
de que pudéssemos tornar-nos Deus”. “O
Unigênito Filho de Deus, desejando fazer-nos participantes em Sua divindade,
assumiu nossa natureza, a fim de que Ele, feito homem, pudesse fazer os homens
deuses”. (116) O ponto culminante da
revelação divina pode ser resumido na seguinte afirmação: Deus tornou-Se
homem para que o homem possa tornar-se Deus em vida e natureza, mas não na
Deidade. Esta afirmação corporifica
a revelação inteira da economia de Deus no Novo Testamento numa maneira
absolutamente escriturística e cuidadosa.
(Veja sidebars nas páginas 48 e 49)
onforme a revelação
da economia de Deus, deificação e
salvação são sinônimas.
Deificação é a definição mais elevada de salvação. A salvação completa de Deus envolve dois
processos. O Deus Triúno passou por um
processo a fim de redimir o homem caído e impartir-Se para dentro do
homem. O homem redimido então passa por
um processo de deificação para ser edificado para dentro do Corpo de Cristo e
ser preparado para ser a noiva de Cristo, Sua contraparte em vida e natureza
(Efésios 5:25-32). Em
Seu mover para deificar o homem, Deus foi processado ao tornar-Se um homem
(João 1:14) a fim de passar por um viver humano e uma morte
todo-inclusiva. Por meio da morte
redentora de Cristo na cruz, nós temos
lavado nossas vestiduras no sangue do Cordeiro. Temos o perdão e a purificação de nossos pecados, estamos
reconciliados com Deus, estamos justificados por Deus, e fomos santificados
posicionalmente, separados para Deus.
Isto nos qualifica a participarmos de Cristo como a árvore da vida a fim
de sermos salvos na vida de Cristo (Romanos 5:10). Então, em ressurreição, Cristo passou pelo processo de tornar-Se
o Espírito vivificante para impartir-Se como a árvore da vida para dentro de
nós (1Coríntios 15:45), a fim de vivificar-nos para nossa plena salvação.
uando este Espírito de
vida entra em nós, povo escolhido e redimido, começamos a passar por um processo
maravilhoso de tornar-nos Deus em vida e natureza, mas não em Deidade. Este processo da salvação de Deus em vida
começa com nossa regeneração e continua com nossa santificação, renovar,
transformação, conformação e glorificação, até que sejamos consumados para ser
a noiva de Cristo. Esta salvação
é a deificação do nosso espírito, alma e corpo a fim de
fazer-nos os filhos de Deus em plenitude, exatamente o mesmo que Cristo é em
vida, natureza e expressão. Deus em Vida e Natureza mas
Não em Sua Deidade (1)
ós temos sido feitos
Deus em Sua natureza e em Sua vida, mas não em Sua Deidade. Isto é porque temos sido gerados de Deus
(João 1:13). Cachorros geram cachorros;
leões geram leões; e homem gera homem.
Visto que seu pai é um homem, e você é nascido dele, você não é um
homem? Como crentes em Cristo, temos
nascido de Deus; temos sido regenerados por Deus. Deus é nosso Pai, e nós somos Seus filhos. Visto que nosso Pai é Deus, o que somos, os
filhos? Os filhos devem ser o mesmo que
seu Pai em vida e em natureza. Nós
temos nascido de Deus para sermos filhos de Deus (1João 3:1). Finalmente, quando Cristo vier, Ele nos fará
plenamente o mesmo que Deus em vida e em natureza (1João 3:2). Entretanto, nenhum de nós é ou pode ser Deus
em Sua Deidade como um objeto de adoração.
Numa família, somente o pai tem a paternidade. Os filhos do pai não têm sua paternidade. Há apenas um pai com muitos filhos. O pai é humano, e os filhos são também
humanos, contudo há apenas um pai. Da
mesma maneira, Deus é nosso único Pai; somente Ele tem a paternidade
divina. Entrementes, nós como Seus
filhos somos o mesmo que Ele é em vida e em natureza. Os pais da igreja
nascente usavam o termo deificação para descrever a participação dos
crentes na vida e natureza divinas de Deus, mas não em Deidade. Nós, seres humanos, precisamos ser
deificados, para sermos como Deus em vida e em natureza, porém é uma grande
heresia dizer que somos feitos como Deus em Sua Deidade. Somos Deus não em Sua Deidade, mas em Sua
vida, natureza, elemento, essência e imagem.
(Witness Lee, The
Christian Life. Anheim: Living
Stream Ministry, 1994, 133-134) Participando da Filiação de DeusPaul E. Billheimer em
sua versão original do Destined for the Throne, com uma palavra introdutória
de Billy Graham e uma recomendação de Norman Grubb, tem o seguinte a dizer
sobre como nós participamos na própria vida de Deus a fim de tornar-nos filhos
de Deus, uma “nova espécie” de humanidade redimida: “Criados originalmente à
imagem de Deus, a humanidade redimida tem sido elevada por meio de um processo
genético divinamente concebido conhecido como o novo nascimento para o mais
alto escalão de todos os seres criados” (33).
Contrastando a humanidade com os anjos, Billheimer continua: “Nenhum
anjo pode jamais se tornar um membro congênito da família de Deus. Eles são criados, não seres gerados... Anjos
jamais podem ter a herança, o ‘gene’ de Deus. Eles jamais podem ser
participantes da natureza divina” (34). Billheimer mostra isto
por dizer que os filhos de Deus têm o gene de Deus, nenhum relacionamento
físico está implícito (35). Isto é uma
realidade espiritual. Primeira de João
3:9 diz que a semente de Deus habita em todo aquele que tem sido gerado de
Deus. A Amplified Bible diz para este
verso: “Seu princípio de vida, o esperma divino, permanece permanentemente com
ele”. A palavra para semente
aqui é outra vez a palavra grega sperma. Quando nós nos arrependemos para Deus e recebemos o Senhor Jesus
crendo para dentro dEle, somos nascidos de Deus para tornar-nos os filhos de
Deus, possuindo Sua hereditariedade (Seu “DNA”) com Sua própria vida. Que grande milagre isto é! Participando da Vida de DeusAquele que tem o Filho
tem a vida (1João 5:11-12). Cristo como
o Espírito dispensador-de-vida dispensa a Si mesmo como vida para dentro do
nosso espírito (Romanos 8:10), então para dentro de nossa mente (verso 6), e
finalmente, para dentro do nosso corpo (verso 11), a fim de fazer-nos homens de
vida. Através deste processo de Cristo
como vida dispensando-Se para dentro do nosso inteiro ser tripartido, somos
deificados para ser Sua noiva. Ele é a
árvore da vida para nós comermos (Apocalipse 2:7), o rio da vida para nós
bebermos (João 4:10,14; 7:37,38, Apocalipse 22:1), e o sopro da vida para nós
aspirarmos (João 20:22). Da mesma
maneira que necessitamos comer, beber e aspirar para manter nossa vida física,
também necessitamos comer, beber e aspirar para mantermos nossa vida
espiritual. Após nosso novo nascimento
para fazer-nos uma nova espécie, precisamos continuar a participar de Cristo
como nosso suprimento de vida para nosso desfrute. Da mesma maneira que devemos
participar do alimento físico para nosso suprimento de vida a fim de tornar-nos
seres humanos adultos, assim precisamos participar de Cristo como nosso
alimento espiritual para nosso suprimento de vida divina a fim de que possamos
tornar-nos filhos adultos de Deus. Em
João 6, o Senhor Jesus revelou que Ele é o pão da vida, nosso alimento
espiritual para comermos. Naturalmente,
o Senhor não estava falando de qualquer coisa física aqui. Esta é a razão por que depois de
encarregar-nos de comê-lO (João 6:57), Ele continuou a dizer: “O Espírito é o
que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito,
são espírito e são vida” (verso 63). As
palavras do Senhor são a corporificação de Si mesmo como vida divina. A fim de participar da vida de Deus, nós
devemos, diariamente, gastar tempo com Sua Palavra divina. Quando lemos a Palavra com espírito de
oração e meditação, recebendo Sua Palavra com muito reconsiderar, Sua Palavra
imutável torna-se uma palavra pessoal, presente, e viva para nós, impartindo
Cristo como o suprimento de vida para dentro do nosso ser. Receber a palavra de Deus por meio de toda
oração (Efésios 6:17,18) é comer Sua palavra (Jeremias 15:16), participar de
Cristo como nosso suprimento de vida para nosso desfrute. Portanto, participar da vida de Deus como
nosso suprimento contínuo é viver de cada palavra que procede da boca de Deus
(Mateus 4:4). Nós também necessitamos beber de
Cristo como a água da vida dias após dia. “Aquele que beber da água
que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma
fonte de água a jorrar para a vida eterna” (João 4:14). Quando recebemos Cristo como nossa vida e
nosso Salvador, Ele veio para dentro de nós como a fonte da vida. A primeira estrofe e coro de um maravilhoso
hino de A. B. Simpson diz: Eu
vim para a Fonte da Vida, Uma
fonte que flui desde o alto céu; Mudei
das águas de contenda E
vim para o Elim do amor; Eu
bebi da fonte celestial, Nas
profundezas do meu ser ela brota. Nenhum
mortal pode medir ou dizer A
alegria que o Consolador traz. Oh, vinde para a Fonte da Vida, A fonte que jamais seca; Oh, bebei da fonte infinita, Pois Cristo é a Fonte da Vida. (Hymns, # 523)
risto é uma fonte que nunca
seca. Ele não somente flui do alto céu,
mas Ele também tem sido instalado dentro de nós. Agora devemos beber dEle diariamente. “Se alguém tem sede, que venha a mim e beba. Quem crê em mim,
como diz a Escritura, rios de água viva fluirão do seu interior” (João
7:37,38). Duas palavras desta passagem
são dignas de nota: beba e fluirão. Para beber da água da vida, nós devemos fluir a água da
vida. Nós devemos usar uma mangueira
como ilustração disto. A maneira de
podermos reconhecer se uma mangueira está “bebendo” água é pela água que flui
da mangueira. Realmente, o beber e o
fluir são simultâneos. Isaías 12 revela
que podemos tirar água das fontes de salvação por dar graças ao Senhor,
invocando Seu nome, cantando para Ele, e louvando-O (versos 3-6). Este capítulo também revela que podemos
tirar esta água por fazer “Suas obras conhecidas entre os povos” (verso 4). Em nossa comunhão com o Senhor, podemos
participar de Sua vida. Para continuar
esta participação na vida de Deus, nós necessitamos de fluir Sua vida para
outros. Isto é o que a mulher
samaritana, a quem o Senhor encontrou ao lado da fonte fez. Após seu contato com Cristo como a fonte da
vida (João 4:13-15), ela foi para a cidade e testificou: “Vinde, vede um homem
que me disse tudo que eu tenho feito.
Este não é o Cristo?“ (verso 29).
Por meio de o seu fluir de uma maneira simples, muitos samaritanos
daquela cidade foram trazidos a Cristo e creram para dentro dEle (vv.
39-42). Este é o caminho para desfrutar
Deus em Cristo como o sempre-fluente líquido da vida. Deus em Vida e Natureza mas
Não em Sua Deidade (2) Deus, na eternidade passada, foi
apenas Deus, porém, na encarnação, Ele foi feito homem. Ele Se fez homem para que o homem possa
tornar-se Deus em vida e em natureza, mas não em Deidade. Nós podemos ser capazes de dizer que nós
“nos tornamos semelhantes a Deus” em vida e natureza, mas temos a ousadia de dizer
que nós “nos tornamos Deus” em vida e natureza? Precisamos ver que temos nascido de Deus, e somos filhos de
Deus. Você não nasceu do homem? Então você não é homem? Se você não é homem, então o que você é? Da
mesma maneira, visto que nós nascemos de Deus e somos filhos de Deus, não somos
Deus? Você é aquilo do qual
nasceu? Se você nasceu de chinês, você
é chinês. Se você nasceu de caucasiano,
você é caucasiano. Visto que nascemos
de Deus, nós podemos dizer e mesmo devemos dizer que somos Deus em vida e
natureza, mas não em Deidade. Os pais da igreja ensinavam a
verdade concernente à deificação nos primeiros quatro séculos. Eles mostravam claramente que deificação
significa que os crentes em Cristo têm sido feitos Deus em Sua vida e em Sua
natureza mas não em Sua Deidade. Ele é
o único Deus para as pessoas adorarem em Sua Deidade, mas nós somos Deus
somente em vida e em natureza, não na Deidade.
Todos nós temos que estar claros que hoje somos homens-Deus. Outros devem ser capazes de sentir que somos
homens mais algo mais... Finalmente, quando falamos de algo concernente a
Cristo, todos eles entenderão que o que temos como algo mais é o próprio
Cristo, isto é, Deus. Este é o
testemunho de um homem-Deus. (Witness Lee, The Move of God in Man. Anaheim: Living Stream Ministry, 1994, 26-27) Nós também necessitamos
de continuamente aspirá-lO como o sopro de vida. Há três sopros significantes de Deus nas Escrituras. Gênesis 2:7 diz que, na criação do homem por
Deus, Ele soprou para dentro das narinas do homem o sopro de vida. A mesma palavra hebraica traduzida como sopro
aqui é traduzida em Provérbios 20:27 como espírito – “O espírito do
homem é a lâmpada de Jeová”. Portanto,
o sopro da vida, soprado para dentro homem por Deus, tornou-se o espírito
humano do homem. O espírito humano está
muito próximo de Deus o Espírito, mas não é o Espírito de Deus nem é a vida de
Deus. O espírito do homem é um órgão
criado por Deus para conter Deus como o Espírito de vida e para substantificar
Deus o Espírito. Da mesma forma que
temos cinco sentidos para substantificar as coisas do mundo físico,
necessitamos de exercer um outro “sentido” para substantificar Deus. Este sentido é a fé em nosso espírito
(2Coríntios 4:13) pela qual podemos ver Deus (Efésios 1:18), ouvir Deus
(Gálatas 3:2), tocar Deus (Tiago 4:8), provar Deus (Salmo 34:8), e cheirar Deus
(2Coríntios 2:16). Nós podemos adorar a
Deus, Que é o Espírito, em e com nosso espírito (João 4:24), orando, em todo
tempo, no espírito para participar de Deus (Efésios 6:18).
segundo soprar significativo de Deus está em
João 20:22: “Ele soprou para dentro deles e disse-lhes: Recebei o Espírito
Santo”. Em Seu primeiro soprar, Deus
formou o espírito do homem dentro do homem (Zacarias 12:1). Neste segundo soprar, Deus mesmo em Cristo
como o Espírito foi soprado para dentro do espírito do homem. O primeiro soprar foi para formar o espírito
do homem; o segundo soprar foi o soprar do Espírito de Deus para dentro do
espírito do homem. Depois que Cristo
passou pelo processo de encarnação, o viver humano e crucificação, Ele entrou
na ressurreição a fim de tornar-Se o Cristo pneumático, o Cristo Que é o
Espírito (2Coríntios 3:17), para nosso respirar espiritual. Jeremias nos diz como podemos continuamente
inspirar o Senhor como o respirar de vida divina, especialmente no meio de
qualquer ambiente de lamentação.
Lamentações 3:55,56 diz: “Eu invoquei o Teu nome, ó Jeová, / da mais
profunda cova. / Tu ouviste a minha
voz; não escondas / Teu ouvido do meu respirar, do meu clamor”. Ainda que Jeremias estivesse na mais
profunda cova, ele praticou o respirar espiritual por invocar o nome do
Senhor. Da mesma forma que respiramos
sem cessar, a Bíblia nos diz para orarmos sem cessar (1Tessalonicenses 5:17). Nós podemos orar sem cessar por invocar o
nome do Senhor continuamente a fim de participar dEle como o próprio sopro de
vida. O terceiro sopro
significativo é falado em 2Timóteo 3:16, que diz que toda a Escritura é
soprada-por-Deus”. Através do soprar de Deus, nós temos o espírito do homem o
espírito interiormente habitante de Deus no espírito do homem, e também a
palavra santa de Deus. Para
inspirar Deus como o sopro de vida, nós
podemos exercitar nosso espírito para tocar o Espírito divino na palavra
divina. Toda Escritura sendo
soprada-por-Deus indica que a Escritura, a palavra de Deus, é o soprar
de Deus. O falar de Deus é o expirar de
Deus. Portanto, Sua palavra é espírito
(João 6:63), ou sopro. Por conseguinte,
a Escritura é a corporificação de Deus como o Espírito. O Espírito é portanto a própria essência, a
substância, da Escritura, da mesma forma que o fósforo é a substância essencial
nos palitos de fósforo. Nós devemos
acender o Espírito da Escritura com nosso espírito para apreendermos o fogo
divino. Como a corporificação de Deus o Espírito, a Escritura
(Palavra de Deus) é também a corporificação de Cristo. Cristo é a Palavra viva de Deus (Apocalipse
19:13), e a Escritura é a palavra escrita de Deus (Mateus 4:4). (Recovery Version, nota 2) Isto mostra como podemos
participar da vida de Deus através do exercitar do nosso espírito em contatá-lO
por meio da oração e da palavra. Participando da Natureza de Deus Conforme 2Pedro 1:4 os
crentes em Cristo são também participantes da natureza divina. Descrevendo sua experiência de nascer de
novo, D. L. Moody disse: “Tornar-se um participante da natureza divina é a
maior bênção que pode vir a qualquer homem deste lado do céu... Eu obtive a
natureza de Deus, uma nova natureza, distinta e separada da velha natureza”
(89). Então no fim de sua mensagem ele
admoesta: Oh,
homem, mulher, você pode ser enganado
acerca de dez mil coisas, porém não seja enganado nesta única
coisa! Esteja certo de que você tem
a natureza divina, que você nasceu do alto,
que você nasceu de Deus, que você
tem uma vida que veio de Deus, distinta e separada da vida natural, uma nova
vida, uma nova criação (92) A natureza divina é
aquilo que Deus é. Conforme o apóstolo
João, Deus é Espírito (João 4:24), Deus é amor (1João 4:8,16), e Deus é luz
(1João 1:5). Espírito é a natureza da
pessoa de Deus, amor é a natureza da essência de Deus, e luz é a natureza da
expressão de Deus. Participar da
natureza de Deus é participar daquilo que Ele é como Espírito, amor, e luz para
nosso desfrute.
onforme João 4:24, nós
podemos desfrutar daquilo que Deus é em Sua pessoa por adorá-lO em espírito e
em verdade. No Velho Testamento, os filhos de Israel foram instruídos por Deus
a adorá-lO numa localização física, o
templo em Jerusalém (Deuteronômio 12:5,11,13-14,18), e com as ofertas (Levítico
1-7). No Novo Testamento, nosso
espírito é o lugar de habitação de Deus (Efésios 2:22), e Cristo é a realidade
de todas as ofertas. De maneira a
desfrutar o que Deus é em Sua pessoa, devemos exercitar nosso espírito para
contatar Deus o Espírito (Romanos 8:16) e aplicá-lO de uma maneira detalhada
como a realidade de todas as ofertas básicas reveladas em levítico 1-7. Então Ele Se torna nossa genuinidade e
sinceridade para a verdadeira adoração de Deus. Em nosso tempo de oração e comunhão com o Senhor, podemos tomá-lO
como nossa oferta de pecado, Aquele que terminou a natureza pecaminosa (Hebreus
9:26; João 3:14), e como nossa oferta pela culpa, Aquele que morreu na cruz
pelas obras pecaminosas em nossa conduta (Hebreus 9:28; 1Coríntios 15:3). Nós podemos tomá-lO como nossa oferta
queimada, Aquele que foi absoluto para Deus para ser o deleite de Deus para a
satisfação de Deus (Mateus 3:17; 17:5).
Podemos também desfrutá-lO como nossa oferta de manjares, com a fina
flor de farinha de Sua humanidade mesclada com o puro óleo do Espírito da
divindade de Deus (João 19:5; 1Timóteo 2:5), e como nossa oferta pacífica,
Aquele que é nossa paz para com Deus e o homem (Efésios 2:14; Colossenses
3:15). Em adição a estas ofertas
básicas, Ele é também nossa oferta movida, o Ressurreto e Sempre-vivo (Êxodo
29:24, 26-27; Apocalipse 1:18), nossa oferta alçada, o Ascendido (Êxodo
29:27-28; Efésios 1:20-21), e nossa oferta de libação, Aquele que foi derramado
na cruz para o desfrute de Deus (Números 15:1-10; 28:7-10; Isaías 53:12). Primeira de João revela
que nós podemos participar de Deus como amor e como luz por permanecer na
comunhão com Deus (1João 1:3-7). Quando
permanecemos numa comunhão pessoal íntima com Deus, participamos de Deus como
amor e amamos todos os nossos irmãos com o amor que é o próprio Deus. “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o
amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a
Deus. Aquele que não ama não conhece a
Deus, pois Deus é amor” (1João 4:7-8).
Esta é a maneira como todos os homens conhecerão que somos os discípulos
do Senhor, como o Senhor disse em João 13:34-35: “Novo mandamento vos dou: que
vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos
outros. Nisto conhecerão todos que sois
meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros”. Quando permanecemos em comunhão com Deus, nós também desfrutamos
dEle como luz. A Bíblia nos diz que
Deus é luz (1João 1:5), Cristo é luz (João 8:12), e a vida de Cristo é luz
(João 1:4). Ademais, os crentes são a
luz do mundo (Mateus 5:14), a palavra de Deus é uma luz para nosso caminho
(Salmo 119:105), e as igrejas são os candeeiros de ouro brilhando com a luz do
Deus Triúno (Apocalipse 1:20). A fim de
permanecer em comunhão com Deus como luz, necessitamos comungar com nossos
companheiros crentes, permanecer na palavra de Deus, e reunir com os crentes
como a igreja a fim de refletir Deus nesta era escura. Graças ao Senhor que nós podemos participar
dEle como luz para sermos os filhos da luz no Senhor (Efésios 5:8), seguindo o
Senhor aonde quer que Ele vá a fim de termos a luz da vida (João 8:12). Participando das Riquezas de Deus Em Efésios 3:8, Paulo
disse que sua comissão era anunciar as riquezas insondáveis de Cristo como o
evangelho. Ele também disse em
Colossenses 1:27 que Deus queria fazer conhecido a todas as nações as riquezas
do Cristo interiormente habitante. Toda
a plenitude da Deidade habita em Cristo (Colossenses 2:9). O que quer que necessitemos, Ele é. O seguinte hino expressa o temor santo
destas riquezas e a aspiração de participar de Cristo como as riquezas de tudo
que Deus é em Cristo. 1 Ó, as riquezas do meu Salvador, Tão insondáveis, imensas; Toda a plenitude da Deidade Eu posso agora experienciar. Ó, as riquezas, ó, as riquezas, Cristo
meu Salvador tem para mim! Quão insondável sua medida, Contudo,
minha realidade plena! 2 Ó, as riquezas do meu Salvador, Tudo-incluindo: vida e luz, Sabedoria, poder, cura, conforto, Ricos
tesouros de deleite de Deus; 3 Redenção de Deus, salvação plena, E Seu poder de ressurreição Santificando, glorificando, Tudo
transcendendo toda hora! 4 Ó, as riquezas do meu Salvador – Nada
menos que Deus como tudo! Toda a Sua pessoa e posses, Agora,
meu espírito subjuga. 5 Ó, as riquezas do meu Salvador! Quem
pode conhecer sua largura e comprimento, Ou
sua profundidade e altura imensuráveis, Contudo, elas são minha
alegria e força. 6 Que
eu possa conhecer estas riquezas ilimitadas, Cristo experienciar plenamente; E com outros, que eu possa compartilhar-lhes Em seu abundante conteúdo. (Hymns, # 542)
Participando da Mente de
Deus Em 1Coríntios 2:16 Paulo faz
uma afirmação maravilhosa quando ele diz: “Nós temos a mente de Cristo”. A nota a seguir acerca deste verso elucida
esta verdade maravilhosa: Visto que somos organicamente um com Cristo, temos todos as faculdades
que Ele tem. A mente é a faculdade da
inteligência, o órgão do entendimento.
Temos tal órgão, a mente de Cristo; portanto, nós podemos saber o que
Ele sabe. Não temos apenas a vida de
Cristo, mas também a mente de Cristo.
Cristo deve saturar nossa mente a partir do nosso espírito; fazendo
nossa mente uma com a Sua. (Recovey
Version, nota 1)
fésios 4:23 nos ordena a “sermos
renovados no espírito da nossa mente”.
O espírito aqui é nosso espírito regenerado com a vida de Deus como sua
vida. Este é o Espírito mesclado com
nosso espírito a fim de fazer-nos um espírito com o Senhor (Romanos 8:16;
1Coríntios 6:17). Este espírito
mesclado precisa difundir-se para dentro da nossa mente para tornar-se o espírito
de nossa mente. O Espírito Santo renovador
dispensa os pensamentos de Deus para dentro da nossa mente por meio da palavra
santa. Necessitamos de exercitar nosso
espírito a fim de orarmos sobre a palavra de Deus, recebendo a espada do
Espírito, que é a palavra de Deus, por meio de toda oração (Efésios 6:17,
18). Ã proporção que praticamos isto,
os pensamentos de Deus, a lógica de Deus, as considerações de Deus, a própria
mente de Deus, tornam-se nossos. Isaías 55:8-11 é uma excelente
porção da Palavra, mostrando-nos como os pensamentos e os caminhos de Deus
tornam-se nossos através de uma aplicação orgânica de Sua palavra para nosso
ser interior. Nos versos 8 e 9, Deus
diz: Porque os Meus pensamentos não são os vossos pensamentos, / Nem os vossos caminhos os Meus caminhos, diz Jeová. / Porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, / Assim são os Meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, / E os Meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos. Os pensamentos e os
caminhos do Deus Altíssimo são muito altos, como os céus são mais
altos que a terra, em comparação com nossos pensamentos e caminhos. Como pode Seus pensamentos altos, celestiais
e divinos tornarem-se nossos pensamentos?
Os versos 10 e11 mostram-nos como: Porque, assim como descem a chuva / E a neve dos céus / E para lá não tornam, / Sem que primeiro reguem a terra, / E a fecundem, e a façam brotar, / Para dar semente ao semeador e pão ao que come / Assim será a palavra que sair da Minha boca: / Não voltará vazia, / Mas fará o que Me apraz / E prosperará naquilo para que a designei. A palavra que sai da boca do
Senhor é tipificada pela chuva e pela neve.
Nós precisamos da chuva da palavra de Deus a fim de refrescar, suprir, e
saturar nossos pensamentos com os pensamentos de Deus e nossos caminhos com os
caminhos de Deus. Nós necessitamos da
neve da palavra de Deus para matar os germes negativos em nossa vida de
pensamento, e para acalmar quaisquer pensamentos impulsivos e frívolos. À
medida que esta chuva e neve divinas da palavra santa saturam nossa mente com
os pensamentos de Deus, geraremos a semente da vida para semear para dentro dos
outros e o pão da vida para alimentar outros.
ilipenses 2:5 diz: “Tende em vós a
mesma mente, que estava também em Cristo Jesus”. Esta é a mente dAquele que Se esvaziou a Si mesmo, tomando a
forma de um escravo, e a mente dAquele que Se humilhou a Si mesmo, tornando-Se
obediente até à morte de cruz (versos 7-8).
À medida que permitimos que os pensamentos de Deus através da nossa
leitura em oração das Santas Escrituras saturem nossa mente, nosso pensar é
transformado. Não pensamos acerca
daquilo que outros podem fazer para nós, mas acerca daquilo que podemos fazer
para outros a fim de impartir Cristo para dentro deles para a edificação do
Corpo de Cristo. Nossa mente torna-se
uma com a mente do nosso Salvador-Escravo, Que não veio para ser servido, mas
para servir (Marcos 10:45). Participando da Imagem de Deus
para Portar a Semelhança de Deus As Escrituras também revelam que
podemos participar da imagem de Deus.
Deus criou o homem à Sua imagem Ele quer que o homem seja Sua expressão
(Gênesis 1:26). Da mesma forma que uma
luva é criada à imagem de uma mão de maneira a conter e expressar uma mão, o
homem foi criado à imagem de Deus a fim de conter e expressar Deus. Deus criou todos os seres vivos conforme seu
tipo, espécie, ou gênero particulares.
Porém, quando Ele criou o homem, Ele não criou o homem conforme a
espécie do homem. Ele criou o homem
conforme a espécie de Deus por criar o homem à Sua imagem e conforme a Sua
semelhança. O apóstolo Paulo até se
refere ao homem criado como “geração de Deus” (Atos 17:29). O homem criado é a espécie de Deus, a
geração de Deus, mas somente na forma exterior e não no elemento interior. O homem criado tem a forma exterior do ser e
atributos de Deus. Da mesma forma que
Deus tem uma mente, emoção e vontade, assim Ele criou o homem com uma mente,
emoção e vontade. Nossa mente foi feita
para conter os pensamentos de Deus (Salmo 139:17), nossa emoção foi feita para
conter os sentimentos de Deus (Apocalipse 2:6), e nossa vontade foi feita para
conter a intenção de Deus (Filipenses 2:13).
Da mesma forma que Deus é Espírito, assim Ele criou o homem com um
espírito (Jó 32:8; Zacarias 12:1). A
mente, emoção e vontade do homem foram feitas para conter a mente, emoção e
vontade de Deus. O espírito do homem
foi criado para conter Deus como Espírito (Romanos 8:16; 2Timóteo 4:22).
uando Deus em Cristo entra em um
ser humano, uma nova espécie é criada, uma espécie de homens-Deus, “espécie
homem-Deus”. Estes homens-Deus, os
filhos de Deus, não são apenas criados à imagem de Deus em Sua forma exterior,
mas estão também sendo transformados para dentro e conformado à imagem de Cristo
em e com Seu elemento interior. Segunda
aos Coríntios 3:18 diz que nós estamos sendo “transformados para dentro da
mesma imagem”, que é a imagem do Cristo
ressurreto e glorificado. Transformação
é a função metabólica da vida divina dentro dos crentes. Quando voltamos nossos corações para o Senhor
em nossa comunhão de oração com Ele, o véu é retirado dos nossos corações, e
podemos contemplá-lO com a face descoberta (vv. 16,18). À proporção que fazemos isto, um metabolismo
divino tem lugar dentro de nós. O novo
elemento das riquezas de Cristo é impartido para nossa mente, emoção e vontade,
e o velho elemento de nosso ser natural é gradualmente deposto e
eliminado. Desta maneira, tornamo-nos
uma nova criação em Cristo (2Coríntios 5:17). Romanos 8:29 dia que nós estamos
sendo conformados à imagem de Cristo como o primogênito Filho de Deus a fim de
sermos feitos o mesmo que Ele é.
Conformação é o resultado final da transformação. É o formatar do nosso ser interior e também
inclui o formatar do nosso formato exterior a fim de que possamos igualar-nos
plenamente à imagem do Cristo glorificado.
Por meio do processo de transformação e conformação, nós portaremos
finalmente a semelhança de Deus.
Primeira de João 3:2 diz: “Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda
não se manifestou o que seremos.
Sabemos, que quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque
O veremos como Ele é”. Participando da Glória de Deus Hebreus 2:10 diz que Deus está
conduzindo muitos filhos para dentro da glória para Sua plena manifestação
(Romanos 8:19). A glória de Deus é
realmente o próprio Deus. Ele é o Pai
da glória (Efésios 1:17), o Senhor da glória (1Coríntios 2:8), e o Espírito da
glória (1Pedro 4:14) – o Deus Triúno da glória (Atos 7:2). Em Sua salvação plena, Deus primeiramente
regenera nosso espírito (João 3:6), então Ele transforma nossa alma (Romanos
12:2), e finalmente, Ele glorifica nosso corpo (Filipenses 3:21), a fim de
fazer-nos o mesmo que o Cristo glorioso em todas as três partes do nosso
ser. O Senhor está em nós como a
esperança da glória (Colossenses 1:27), a semente da glória, para crescer em
nós e desabrochar a partir de nós para nossa glorificação. Na vinda do Senhor, por um lado, Ele virá
desde os céus com glória (Apocalipse 10:1; Mateus 25:31); por outro lado, Ele
virá de dentro de nós para ser glorificado em nós. Segunda aos Tessalonicenses 1:10 diz que Ele virá “para ser
glorificado nos Seus santos”. Hoje,
estamos sendo transformados de um nível de glória para um nível mais alto – de
glória em glória (2Coríntios 3:18). Finalmente,
quando estivermos plenamente preparados para ser a cidade nupcial de Cristo,
nós teremos a glória de Deus para a expressão e manifestação plenas de Deus
(Apocalipse 21:2,11).
ós necessitamos fazer-nos
preparados para aquele dia pelo exercitar a nós mesmos a fim de participarmos
continuamente da divindade de Deus – filiação de Deus, vida de Deus, natureza
de Deus, riquezas de Deus, mente de Deus, imagem de Deus e glória de Deus. Este é o exercício verdadeiro para a
piedade, o exercício do nosso espírito para viver Cristo em nossa vida diária
para a expressão de Deus (1Timóteo 4:7; Filipenses 1:21). Nossa
prática não é para viver a vida de qualquer espécie de homem natural, bom ou
mau. Nossa é para viver a vida de um
homem-Deus. Um homem-Deus é um homem
que está regenerado e transformado a fim de ser um com Deus, tomando Deus como
sua vida, sua pessoa, e seu tudo.
Finalmente, este homem torna-se Deus em Sua vida e em Sua natureza, mas
não em Sua Deidade. Este é um
homem-Deus. Na restauração hoje devemos
praticar viver a vida de tal homem-Deus.
Esta vida é uma vida de crucificação por e em e com ressurreição. É uma vida na qual eu tenho sido crucificado
com Cristo, e não mais vivo eu, mas Ele vive em mim (Gálatas 2:20). Contudo, quando Ele vive em mim, Ele vive
comigo, com o resultado que eu vivo com Ele (João 14:19). Ele vive comigo, e eu vivo com Ele. Nós dois vivemos juntos de uma maneira
mesclada um mesclar de Deus e homem. (Living a Life 40)
Notas
1 A fonte
primária da estrutura e conteúdo deste artigo é o capítulo quatro de Incarnation,
Inclusion, and Intensification por Witness Lee, publicado em Anaheim por Living Stream
Ministry em 1996. Obras Citadas Billheimer, Paul E. Destined for the Throne. Fort Washington: Christian Literature Crusade, 1975. Catechism of the Catholic Church.
Ligouri: Ligouri
Publications, 1994. Gross, Jules. The
Divinization of the Christian according to the Greek Fathers. Trans. Paul A. Onica. Anaheim:
A & C Press, 2002. Hymns. Anaheim: Living Stream Ministry, 1980. Lee, Witness. Footnotes. Recovery Version of the New Testament. Anaheim: Living Stream Ministry, 1991.
Moody, D. L. “Ye Must Be Born
Again.” How and When Do We Become
Children of God? Ed. W. Hoste an R.
M’Elheren. London: The Book Society,
n.d.
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