A Única Obra do Único Ministério Realizada

                                                     Para Edificar o Único Corpo

Sinópse

 
Domingo – 6a Semana

 

 I. Na restauração do Senhor, todos devemos ter um mesmo coração e seguir um mesmo caminho em unanimidade, falando uma mesma coisa a uma só voz como um só e novo homem pelo bem da única obra do único ministério, a qual consiste em edificar o único Corpo (Jr. 32:39):

A. Todos nós que fomos escolhidos por Deus devemos ter um mesmo coração — cujo desejo seja o de amar a Deus, busca-Lo, vive-Lo e ser constituídos Dele, a fim de ser Sua expressão — e seguir um mesmo caminho, a saber: o próprio Deus Triúno como a lei da vida em nosso interior junto com a capacidade divina da mesma (31:33-34; Jo. 14:6a).

B. Este único coração e este único caminho são a unanimidade; as divisões são causadas quando em nosso coração temos outro desejo aparte de Cristo e seguimos outro caminho alheio a Cristo (At. 1:14; 2:46; 4:24; Rm. 15:6; 1 Co. 1:9-10; 2:2).

C. Quando tivermos um mesmo coração e seguirmos um só caminho, o Senhor será nossa única pessoa, o qual nos permitirá estar em unanimidade e falar uma mesma coisa a uma só voz como um só e novo homem (Rm. 15:6; 1 Co. 1:10; Ef. 2:15; 3:16-17a; 2 Co. 2:10).

D. Isto é fazer a obra do Senhor na esfera da única obra do ministério, que consiste em levar a cabo a economia de Deus, segundo a qual, Deus em Cristo se trabalha no homem com vistas à edificação do Corpo de Cristo, cuja consumação será a Nova Jerusalém (1 Co. 16:10; Ef. 3:8-11; 4:11-12; 1 Co. 3:9, 12a; Ap. 21:18-21).

Alimento matutino

Jr 32:39  Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos.

 

Rm 15:6  para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.

 

 Nós o povo eleito de Deus, devemos ter um só coração. Todos nós na restauração devemos ter um mesmo coração cujo desejo seja amar a Deus, busca-lo, vive-lo, e ser constituídos Dele a fim de que sejamos Sua expressão. Igualmente, devemos ter um só caminho, o qual é o próprio Deus Triúno como a lei interna da vida divina com sua capacidade divina (Jr. 31:33-34; Jo. 14:6a). Este único coração e este único caminho são a unanimidade (At. 1:14; 2:46; 4:24; Rm. 15:6). As divisões são causadas quando em nosso coração temos outro desejo aparte de Cristo e seguimos outro caminho alheio a Cristo. (Holy Bible, Recovery Version, Jeremías 32:39, nota 1).

Os cristãos estão divididos hoje em dia por seguir muitos outros caminhos, que não são o próprio Cristo. A Igreja Católica segue seu próprio caminho, e a Igreja Ortodoxa segue o seu. Cada denominação e cada grupo independente tem seu próprio caminho. Os presbiterianos têm seu caminho particular e os pentecostais têm o seu próprio.

Qual deve ser o caminho que seguimos no Corpo de Cristo? Como o Corpo de Cristo que somos, nosso único caminho deve ser a lei interna, que não é outra coisa, senão o próprio Deus Triúno com Sua capacidade divina. Devemos ter um só coração para ama-lo, e devemos toma-lo como nossa vida e nosso caminho. Este único coração e este único caminho são a unanimidade (Hch. 1:14). Se não temos um só coração nem um só caminho, nos será impossível ser unânimes. (Life-study of Jeremiah, págs. 188-189)

Leitura para hoje

A palavra grega [traduzida unânimes] significa com o mesmo entendimento, vontade e propósito. Isto significa ser um em todo nosso ser, que terá como resultado um só falar. Quando somos unânimes, falamos a mesma coisa; falamos a uma voz. Esta unidade é o contrário de Babel, onde a divisão que existia entre a humanidade fez que sua língua fosse confundida e dividida em muitos diferentes modos de falar (Gn. 11:7, 9). A única maneira de ser unânimes e de falar a uma voz é dar lugar a Cristo para que Ele seja tudo em nosso coração e em nossa boca, a fim de que Deus seja glorificado. (Versión Recobro, Romanos 15:6, nota 1)

Romanos 15: 6 diz: “Para que unânimes, a uma voz, glorifiqueis a Deus”… Como poderiam todos os cristãos falar uma mesma coisa? A igreja é o novo homem. Quantas vozes têm uma pessoa? Só uma. Assim, pois, não somente somos membros uns dos outros, mas também falamos a uma só voz… Há um só e novo homem, cuja pessoa é uma só e única. O corpo humano tem uma só boca, porém quem determina o que dizer esta boca? É a pessoa que controla essa boca. A igreja não é somente o Corpo, mas também um só e novo homem. Enquanto o Corpo necessita que Cristo seja sua vida, o novo homem requer que Cristo seja sua pessoa. Quando você quer falar, quando eu quero falar, quando qualquer um de nós quer falar, temos que responder primeiro a esta pergunta elementar: que pessoa é a que fala? Se você é a pessoa, então é você o que fala, com sua própria voz. Se eu sou a pessoa, então o que fala sou eu, com minha própria voz. Assim, pois, cada um possui sua própria voz; você tem a sua e eu a minha, e por isso, não falamos a uma só voz, mas com duas vozes divergentes. Sempre que cada um de nós se comporta como um indivíduo isolado e fala por conta própria, não falamos a uma só voz, mas entre nós há muitas vozes. Isto é o que sucede em qualquer sociedade, associação ou denominação, e esta é a condição na qual hoje se encontra o cristianismo degradado. Entretanto, na restauração do Senhor, a igreja é o Corpo e a igreja é um só e novo homem. O Corpo tem Cristo como sua vida, e o novo homem tem Cristo como sua pessoa. Quando você fala, deve recordar que você não é a pessoa do novo homem, e quando eu falo, também deve ser patente que eu não sou a pessoa do novo homem. Assim, quando qualquer de nós falar. na realidade será Cristo como nossa pessoa que fala… O resultado é que falamos a uma só voz.

Em 1 Coríntios 1:10 Paulo nos insta a falar “todos uma mesma coisa…” “Como poderiam todos os cristãos falar uma mesma coisa?”. Ao meu parecer, isto era impossível, porém um dia entendi. A igreja é um só e novo homem e possui uma só pessoa; é esta pessoa o que regula nosso falar. Portanto, tudo o que fala este novo homem é certamente a “mesma coisa”.Que todos nós falemos como o novo homem. (One Body, One Spirit, and One New Man, págs. 58-59)

Lectura adicional: Life-study of Jeremiah, mensaje 27; One Body, One Spirit, and One NewMan, cap. 5


 

II. A única obra de Deus, a única obra do único ministério, a qual consiste em edificar o único Corpo, é tipificada pela edificação da arca levada a cabo por Noé, que tipifica a edificação do Cristo corporativo — o qual é a igreja como Corpo de Cristo — cujo material de edificação é o elemento das riquezas de Cristo (Gn. 6:5-22; Mt. 16:18; 24:37-39; 1 Co. 3:9-12a; Ef. 3:8-10; 4:12):

A. A arca que Noé construiu representa o Cristo concreto e presente que constitui a salvação de Deus para nós;  portanto, edificar a arca equivale a Cristo ser edificado em  nossa experiência, com o qual levamos a cabo nossa salvação com vistas a edificação do Corpo de Cristo, o Cristo corporativo (Fp. 2:12-13):

1.       Levar a cabo nossa salvação com a finalidade de edificar o Corpo equivale a seguir o modelo representado por Noé, que edificou a arca, não segundo sua própria imaginação, mas em absoluta conformidade com a revelação e as instruções divinas que pela fé ele havia recebido da parte de Deus (Gn. 6:9, 15a; Hb. 11:5-7).

ALIMENTO MATUTINO

Hb 11:7  Pela fé, Noé, divinamente instruído acerca de acontecimentos que ainda não se viam e sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa; pela qual condenou o mundo e se tornou herdeiro da justiça que vem da fé.

 Fp 2:12  Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;

 

Noé… trabalhou com Deus em conformidade com a salvação de Deus (Gn. 6:14). Ele era um com Deus ao compartilhar com Ele os mesmos interesses. Naquele tempo o interesse primordial de Deus era edificar a arca. A arca edificada por Noé não tipifica o Cristo histórico, mas o Cristo presente. Não é um Cristo que está longe de nós, que é alheio a nós, mas é um Cristo concreto para nós. Hoje em dia nós edificamos um Cristo concreto e presente, o qual se torna nossa salvação e a salvação de outros.

Muitos cristãos conhecem apenas um Cristo distante, o Cristo histórico. Porém segundo o quadro que vemos no caso de Noé, devemos possuir um Cristo presente e concreto, em que possamos internar-nos… Cristo é nossa arca, e o que fazemos nas igrejas locais é edificar esta arca. Pode ser que lhes pareça estranha à afirmação de que devemos edificar a este Cristo; porém simplesmente temos fazer como Noé, ele edificou a arca. Agora também nós, visto que somos os “Noé” de hoje, temos que edificar a Cristo.

Quando Deus veio e encarregou a Noé de edificar a arca, ele já caminhava com Deus e, aos olhos de Deus, era um homem justo naquela era (6:9). Isto nos dá a entender que ele foi salvo inclusive antes de começar a edificar a arca. Visto  que ele já era salvo, por que era necessário que edificasse a arca? Porque necessitava ser salvo de maneira mais plena, ou seja, do mundo corrupto daqueles tempos. Em Filipenses 2:12 Paulo nos disse que é necessário que sejamos obedientes e levemos a cabo nossa salvação com temor e temor. Assim, pois, mesmo tendo sido salvos, é necessário que levemos a cabo nossa salvação. (The Divine Dispensing of the Divine Trinity, págs. 21-22, 28-29)

DÍA LeItura para hoJE

Noé foi salvo por meio da arca que ele edificou com seu labor. Filipenses 2:12-16 diz: “Levai a cabo vossa salvação com temor e tremor, porque Deus é que em vós efetua assim o querer como o realizar, por Seu beneplácito,… para que sejais irrepreensíveis, e sinceros filhos de Deus sem mancha em meio de uma geração corrupta e perversa, em meio da qual resplandeceis como luzeiro no mundo; conservando a palavra da vida”. Milhares de pessoas foram salvas, porém quantas delas têm a vida que se descreve em Filipenses 2:15? Muitos não estão levando a cabo sua salvação.

Noé edificou a arca que finalmente o salvou não somente do juízo de Deus, mas também daquela geração corrompida e perversa. Devemos levar a cabo esta classe de salvação. Sem duvida alguma, já fomos salvos da perdição eterna. Porém Noé não foi salvo somente da perdição, mas também daquela era maligna, e ademais foi transladado a outra era. O arca que ele construiu, pois fim a velha geração e trouxe uma nova. Esta era a classe de salvação que Noé estava “construindo”. Não era somente a salvação que o livrou da perdição eterna, mas a salvação que o resgatou daquela geração corrompida e perversa. Esta classe de salvação não foi preparada somente por Deus, mas foi “construída” mediante a cooperação coletiva dos que foram salvos.

Enquanto os apóstolos pregavam o evangelho, também edificavam a arca na qual desfrutavam da plena salvação. Qual era a arca que eles edificavam? Era o Cristo corporativo. Enquanto os apóstolos pregavam o Cristo individual, estavam edificando o Cristo corporativo. Mediante o Cristo corporativo, milhares de pessoas não só foram salvas do juízo de Deus, mas também daquela geração corrompida e perversa. (Estudio-vida de Génesis, págs. 420-421, 422)

 

Lectura adicional: Estudio-vida de Génesis, mensaje 30; The Economy ofGodandthe Buildingup of theBody of Christ,cap.1; The Divine Dispensing for the Divine Economy, caps. 2-3

 

Anotação: __________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


 

2. A arca tinha somente uma janela, a qual apontava para o céu, isto significa que na igreja, no edifício de Deus, há uma só revelação e uma só visão comunicada por um só ministério (At. 26:19; 2 Co. 4:1).

 3. Os três níveis da arca representam o Deus Triúno (Gn. 6:16):

a. O Espírito nos conduz ao Filho, e o Filho nos leva ao Pai; quando vemos o Pai, nos encontramos no terceiro nível (Lc. 15:4-10, 18-23; Ef. 2:18).

 b. Devemos alcançar a mais profunda e sublime intimidade com nosso Deus Triúno, a fim de que Ele nos leve ao “terceiro piso” e nos mostre Seus mistérios, Seus segredos e Seus tesouros escondidos (Jo. 1:14, 16-18; 1 Jo. 1:3, 5; 4:8, 16; 1 Co. 2:9; 2 Co. 2:10; Êx. 33:11).

c. Devemos levar a cabo a única obra do ministério a fim de estar constituídos do Deus Triúno e poder ministra-lo a outros, de modo que Ele possa trabalhar-se no ser deles e edificar o único Corpo de Cristo (Ef. 4:11-12; 2 Co. 6:1a; 1 Co. 3:6-12a).

Alimento matutino

Gn 6:16  Farás ao seu redor uma abertura de um côvado de altura; a porta da arca colocarás lateralmente; farás pavimentos na arca: um em baixo, um segundo e um terceiro.

At 26:19  Pelo que, ó rei Agripa, não fui desobediente à visão celestial,

 

 Na arca havia uma só janela, a qual apontava para os céus (Gn.6:16). Era um lugar de claridade. “Janela”, traduzido no original hebraico, tem a mesma raiz que a palavra traduzida “meio dia”. Isto significa que quando alguém se encontra debaixo da janela, está em meio dia. Está sob a luz solar, cheio de luz. A quantidade de luz que alguém tem indica o lugar onde se encontra: no térreo, no segundo piso ou no terceiro. Tenho visto muitos cristãos fervorosos. Em um sentido, eram fervorosos, porém não tinham muita luz. Também tenho conhecido alguns santos queridos cuja presença iluminava tudo. Passei muitos bons momentos com o irmão Nee. Quando uma pessoa se sentava com ele, desapareciam todas as trevas que pudesse haver nela, e tudo clareava. Sua presença era como a luz do meio dia. Em que piso você está? O piso em que você se encontra indica a quantidade de luz que você tem. Quanto mais luz você tiver, mais elevado será o nível onde se encontra, e quanto menos luz tiver, mais baixo será o nível onde você está.

Havia uma só janela na arca. As pessoas hoje debatem muito acerca dos diferentes ministérios. Não me interessa o número de ministérios. Há uma só janela e uma só luz. O apóstolo Paulo disse que devíamos rejeitar as doutrinas que diferiam do que ele pregava e ensinava (Gl. 1:6-9; Rm. 16:17; 1 Tm. 1:3). Na economia de Deus e na igreja de Deus deve haver uma só janela. A luz não deve vir do norte, do sul, do oriente nem do ocidente, mas do céu. No edifício de Deus, há uma só janela, uma só revelação, e uma só visão. A luz vem de cima. (Estudio-vida de Génesis, pág. 418)

DÍA Leitura para hoje

A arca tinha três pisos ou níveis: o inferior, o segundo piso e o terceiro (Gn. 6:16). Os três pisos aludem a altura da arca. As três seções do tabernáculo representam as profundidades as quais devemos entrar, enquanto que os três pisos da arca representam a altura a qual todos devemos chegar. Em certo sentido, estamos entrando cada vez mais nas profundidades, e em outro sentido, estamos ascendendo cada vez mais alto. Sem dúvidas, os três pisos da arca representam ao Deus Triúno. Quando falamos da Trindade da Deidade, sempre nos referimos ao Pai, ao Filho e ao Espírito. Qual das três pessoas da Trindade estaria representada pelo primeiro piso? É fácil determinar a quem corresponde o segundo piso, pois todos sabemos que o Filho está no meio. Porém, quem estaria representado pelo primeiro piso? Deus o Pai o Deus o Espírito? Em Lucas 15 encontramos três parábolas: o pastor que reencontra a ovelha perdida, a mulher que busca e encontra a moeda perdida, e o pai que acolhe ao filho pródigo. A primeira parábola está relacionada com o Filho, a segunda, com o Espírito, e a terceira, com o Pai. Conforme a nossa experiência, primeiro veio o Espírito a nós, nos encontrou, nos conduziu ao Filho e nos motivou a crer no Filho. Depois de crer no Filho, invocamos: “O Pai”. Portanto, o Espírito nos leva ao Filho, e o Filho nos leva ao Pai. Quando chegamos ao Pai, estamos no o terceiro piso.

O Evangelho de João é um livro que nos fala do filho, e a Primeira epístola de João é um livro relacionado com o Pai. No livro acerca do Filho, é nos falado da graça, porém no livro sobre o Pai, nos fala do amor. O amor é superior a graça. No Evangelho de João se menciona a verdade, porém na Primeira Epístola de João se menciona a luz. A luz é superior a verdade. O Evangelho de João é bom, porque nos leva ao Filho; entretanto, a Primeira Epístola de João nos conduz ao Pai.

Todos devemos avançar em nossa experiência, do Filho ao Pai. O primeiro piso da arca corresponde ao Espírito. Muitos cristãos gostam  de falar do chamado batismo no Espírito Santo e das coisas carismáticas, porém tais assuntos se encontram no primeiro piso. Todos devemos nos voltar ao Espírito para conhecer o Filho,  Cristo. Conhecer a Cristo é algo distinto, algo superior. Um dia, todos chegaremos ao nível que corresponde ao Pai. Este é o piso mais elevado, mais excelente e mais misterioso. (Estudio-vida de Génesis, págs. 416-417)

 

Lectura adicional: Estudio-vida de Génesis, mensaje 30

 

Anotação: ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


 

 

 4. Levar a cabo nossa salvação com a finalidade de edificar o Corpo de Cristo equivale a acumular as experiências de Cristo reveladas em Filipenses, as quais edificam o Corpo de Cristo:

a. Em Filipenses 1 ser salvos equivale a viver  a Cristo por meio do abundante suprimento do Espírito de Jesus Cristo, o suprimento do Corpo de Cristo, a fim de que Ele seja magnificado em qualquer circunstância (vs. 19-21a).

b. Em Filipenses 2 ser salvos equivale a irradiar a Cristo ao conservar a palavra da vida, fazendo tudo sem murmurações nem argumentos (vs. 12-16).

c. Em Filipenses 3 ser salvos equivale a expressar a Cristo como a justiça que expressamos em nosso viver, ao dedicar todo nosso ser a ir  após Cristo, nossa meta, procurando obter a Ele como nosso desfrute supremo (vs. 7-14).

d. Em Filipenses 4 ser salvos equivale a levar uma vida humana cheia de Cristo — que é a realidade dos atributos divinos —, ao desfruta-lo em nossa comunhão íntima com Ele como o segredo de nossa suficiência, e ao fazer tudo Nele, tomando-o como nosso dínamo (vs. 5-13).

5. A fim de levar a cabo nossa salvação para que o Corpo de Cristo seja edificado, devemos ser escravos fiéis e prudentes na qualidade de mordomos que servem na casa de Deus e, como tais, devemos ministrar a palavra de Deus e de Cristo como o suprimento de vida aos crentes que estão na igreja e devemos amar a manifestação do Senhor (Mt. 24:45-51; 2 Tm. 4:8).

Alimento matutino

Fp 1:19-21  Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação, segundo a minha ardente expectativa e esperança de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, como sempre, também agora, será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte.  Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.

Fp 2:12  Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor;

 

Filipenses 1:19-21 diz: “Porque por vossa oração e o abundante suprimento do Espírito de Jesus Cristo, isto resultará em minha salvação, conforme meu anelo e esperança de que em nada serei envergonhado; antes com toda confiança, como sempre, agora também será magnificado Cristo em meu corpo, quer pela vida quer pela morte. Porque para mim o viver é Cristo, é o morrer é lucro”. O pensamento principal destes versículos é a salvação. Para Paulo a salvação significava magnificar a Cristo, inclusive enquanto padecia perseguições e prisão. Se Paulo não houvesse magnificado a Cristo, isso teria sido uma vergonha; porém se ele conseguisse magnifica-lo, aquilo seria sua salvação. Para Paulo, a salvação era magnificar a Cristo apesar das circunstâncias. (La experiencia y el crecimiento en vida, pág. 91)

DÍALeitura para hoje

Em Filipenses capítulo dois, a salvação significa ser salvo de murmurações e argumentos. As irmãs murmuram e os irmãos argumentam ou arrazoam. As murmurações e os argumentos são dois pequenos inimigos de nossa experiência de Cristo. Devido parecerem ser assuntos muito insignificantes, muitas vezes passamos por cima, porém eles são dois sinais que indicam que temos sido derrotados em relação a viver Cristo. Uma pessoa que vive a Cristo não murmura nem argumenta. As murmurações e os argumentos nos impedem de viver a Cristo. Devemos levar uma vida livre de murmurações e argumentos. Entre os esposos e as esposas, os pais e as mães, os irmãos e as irmãs, há muitas murmurações e argumentos. Geralmente, as mulheres murmuram, e os homens têm o costume de argumentar ou arrazoar. Inclusive na chamada “gloriosa vida da igreja”, existem tais coisas. Pelo fato de murmurarmos e argumentarmos, não levamos a cabo nossa salvação.

Devemos resplandecer como luzeiros. Um luzeiro é um objeto que resplandece com luz alheia, pois resplandece ao refletir a luz. Cristo é a luz verdadeira (Jo. 1:9; 8:12), a qual está tipificada pela luz do sol. Nós como luzeiros refletimos esta luz, transmitindo-a ao mundo. “Resplandecer como luzeiros” equivale a “conservar a palavra da vida”. Em grego a palavra traduzida “conservar” significa aplicar, apresentar ou oferecer. Sempre devemos ter algo de Cristo que possamos apresentar ou oferecer as pessoas do mundo. Conservar a Cristo é resplandecer. Não basta  que simplesmente falemos; temos que resplandecer. Esta ação de  resplandecer depende do que somos, e não do que dizemos. Devemos ser pessoas que resplandecem ao refletir a Cristo, a luz.

No capítulo dois a salvação compreende vários elementos: não murmurar; não argumentar; chegar a ser irrepreensíveis e sinceros filhos de Deus em meio de uma geração corrompida, perversa, deformada e cheia de trevas. Devemos resplandecer como luzeiros para refletir a Cristo; e conservar a palavra de vida. Esta salvação com todos seus elementos+

 é a salvação que devemos levar a cabo. Cada capítulo de Filipenses apresenta certo aspecto desta salvação… Paulo fala em termos muito práticos com respeito a salvação de Deus, apresentando-nos três aspectos:: a salvação que experimentamos ao longo de nossa vida, a que experimentamos  diariamente, e a que nos leva a ser a justiça de Deus, a qual é abordada no capítulo três. Este último aspecto inclui a Cristo como a corporificação de Deus, vivida por nós e magnificado em nós. A justiça de Deus mencionada no capítulo três equivale à salvação dos dois capítulos anteriores. No aspecto diário da salvação, se mencionam as coisas insignificantes tais como as murmurações e os argumentos ou arrazoamentos porque a vida diária das pessoas nesta terra principalmente consiste de murmurações e arrazoamentos. (La experiencia y el crecimiento en vida, págs. 92, 93, 94-95)

Lecturaadicional:Laexperiencia y el crecimiento en vida,mensaje 13

Anotação: ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


 

III. Não devemos ser como Saul, ou seja, não devemos procurar estabelecer uma “monarquia” para nós mesmos dentro do reino de Deus; em lugar disso, todos devemos realizar somente uma e única obra que edifique o reino de Deus, o Corpo de Cristo (1 Sm. 13:9-14; 15:9-35; 31:6; cfr. 1 Co. 15:58; 16:10; Mt. 5:8):

A. “Alguns têm intentado edificar sua própria obra e estabelecer uma monarquia para si mesmos dentro da restauração. Atualmente em certos lugares existe a tendência, sob o nome de restauração, de edificar algo diferente dentro da restauração e, por sua vez, tirar proveito pessoal dos benefícios da restauração e usar os materiais do ministério da restauração. Há indícios que em tais lugares a obra ali não é pura, ou seja, não é uma obra cujo objetivo é edificar o Corpo de Cristo, o qual é o reino de Deus, mas uma obra que obedece a interesses pessoais” (Estudio-vida de 1 y 2 Samuel, pág. 68).

Alimento matutino

1Sm 13:13-14  Então, disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente em não guardar o mandamento que o SENHOR, teu Deus, te ordenou; pois teria, agora, o SENHOR confirmado o teu reino sobre Israel para sempre. Já agora não subsistirá o teu reino. O SENHOR buscou para si um homem que lhe agrada e já lhe ordenou que seja príncipe sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o SENHOR te ordenou.

1Sm 10:25  Declarou Samuel ao povo o direito do reino, escreveu-o num livro e o pôs perante o SENHO.

 

Quando estudamos a história bíblica, devemos aprender as diversas lições contidas nela. Em 1 Samuel 13 — 14 se acha uma grande lição. Aparentemente, quando Saul apresentou a oferta a Deus, ele desobedeceu um pouco; entretanto, Samuel sabia que Saul se aproveitaria de sua posição para estabelecer sua própria monarquia dentro do reino de Deus. Deus desejava edificar Seu reino na terra, e não uma monarquia para Saul.

Samuel recitou ao povo as leis do reino (1 Sm. 10:25). Moisés deu a lei aos filhos de Israel, porém antes da vinda de Samuel, eles não tinham uma constituição. Samuel anunciou ao povo os estatutos, a constituição, a prática, os costumes, o comportamento que deviam observar, as ordenanças, e as regras de como por em prática o reino de Deus sobre a terra. Saul deveria ter praticado a vida do reino conforme a esta constituição. Samuel, o escritor da mesma, observava a Saul e via que nele se achava a tendência a usurpar ao que se praticava do reino de Deus e usar para edificar uma monarquia humana. (Estudio-vida de 1 y 2 Samuel, págs. 67-68)

Leitura para hoje

A restauração do Senhor hoje é o reino de Deus. Não obstante, alguns têm intentado edificar sua própria obra e estabelecer uma monarquia para si dentro da restauração. O irmão Nee deu ênfase a isto quando disse que alguns que se denominavam a si mesmos cooperadores, edificavam algo diferente dentro da restauração enquanto permaneciam na restauração. Estes cooperadores edificavam seus próprios impérios.

Há somente uma restauração em todo o mundo. A essência intrínseca do reino de Deus é o Corpo de Cristo, a igreja de Deus. Durante muitas décadas, alguns irmãos têm trabalhado muito, e valorizamos o que eles têm feito; não obstante, alguns deles têm estabelecido uma obra dentro da restauração do Senhor usurpando a restauração. Atualmente em certos lugares existe a tendência, sob o nome de restauração, de edificar algo diferente dentro da restauração e, por sua vez, tirar proveito pessoal desses benefícios da restauração e usar os materiais do ministério da restauração. Há indícios de que em tais lugares a obra ali não é pura, ou seja, não é uma obra cujo objetivo é edificar o Corpo de Cristo, o qual é o reino de Deus, mas uma obra que obedece aos interesses pessoais.

A crônica acerca da desobediência de Saul deve ser uma advertência para nós de não fazer nada no reino de Deus por nossa carne. Devemos temer a Deus e recordar que somos carne, e por sua vez, ter presente que o Filho de Deus já crucificou a carne, e que entrou em nós para regenerar nosso espírito. Agora Ele vive em nosso espírito, onde opera e atua para conduzir-nos ao caminho da vida a fim de edificar Seu organismo, o qual é Seu Corpo. Este é o reino eterno de Deus, que terá sua consumação na Nova Jerusalém vindoura no novo céu e na nova terra. Esta deve ser nossa meta. Não intentemos estabelecer nossa própria monarquia no reino de Deus. Esta é a lição que devemos aprender em nosso estudo desta crônica do Antigo Testamento. (Estudio-vida de 1 y 2 Samuel, págs. 68, 80)

Lectura adicional: Estudio-vida de 1 y 2 Samuel, mensajes 10,

11, 13

 

Anotação: _________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


 

 

B. O trágico final da vida de Saul deve ensinar-nos a lição de crucificar nossa carne e de renunciar a nosso egoísmo, ou seja, a nossos interesses e ambições pessoais (Gl. 5:24; Mt. 16:24; Fp. 2:3; 3:3).

C. A história do trágico final que teve Saul constitui uma séria advertência para todos nós que servimos no reino de Deus, a fim de não fazermos uma obra isolada dentro do reino de Deus nem abusarmos de nada no reino; na restauração do Senhor devemos estar com temor e temor, sempre trabalhando em prol do reino de Deus, e não a favor de nossa própria obra.

Alimento matutino

1Sm 20:31  Pois, enquanto o filho de Jessé viver sobre a terra, nem tu estarás seguro, nem seguro o teu reino; pelo que manda buscá-lo, agora, porque deve morrer.

1Sm 28:16  Então, disse Samuel: Por que, pois, a mim me perguntas, visto que o SENHOR te desamparou e se fez teu inimigo?

1Sm 28:17  Porque o SENHOR fez para contigo como, por meu intermédio, ele te dissera; tirou o reino da tua mão e o deu ao teu companheiro Davi.

1Sm 31:6  Morreu, pois, Saul, e seus três filhos, e o seu escudeiro, e também todos os seus homens foram mortos naquele dia com ele.

 

O trágico final que teve Saul nos adverte que não devemos brincar com Deus. Não intentemos edificar uma monarquia. Todos estamos aqui para edificar o reino, o Corpo de Cristo. Na restauração do Senhor, não temos muitas obras. Onde quer que estejamos, temos uma só obra. Não devemos ser o Saul de hoje no sentido de que não devemos estar unicamente interessados pela obra de nossa região nem por edificar nossa própria monarquia.

Cada um de nós, em particular os cooperadores, deve dar-se conta de que esta obra não é insignificante. Davi provavelmente nunca pensou que sua história estaria totalmente ligada ao fato de que Deus se faria um homem para unir-se à linhagem humana e para viver na terra com o fim de levar a cabo Sua vontade eterna. Não obstante, Davi está ligado a genealogia de Cristo em Mateus 1; e o que nós levamos a cabo agora está ligado a Nova Jerusalém de Apocalipse 21 e 22. Por conseguinte, devemos ter a certeza de que somos de Deus, que estamos sob Sua soberania e que em Sua restauração estamos fazendo uma só obra, a qual consiste em levar a cabo Sua economia, cuja consumação será a Nova Jerusalém. (Estudio-vida de 1 y 2 Samuel, pág. 121)

DÍA Leitura para hoje

O trágico final que teve Saul foi devido a não está corretamente relacionado com a economia de Deus. Visto que Deus queria edificar Seu reino entre Seu povo escolhido, havia feito participante de Sua economia a Saul; porém Saul, em lugar de participar na economia de Deus e cooperar com a mesma, se comportou  de maneira egoísta e usurpou o reino de Deus a fim de estabelecer sua própria monarquia. No caso de Davi, a situação foi radicalmente diferente. Quando Davi foi ungido por Samuel, ele sabia muito bem que havia sido ungido por Deus para ser o rei, porém jamais pensava em seu próprio reinado. Depois que Saul foi designado rei, de imediato começou a pensar em seu próprio reinado, chegando inclusive a considerar como seu filho haveria de sucede-lo (1 S. 20:31). Neste assunto, Saul se mostrou egoísta e cometeu um erro fatal. Posteriormente, Deus teve que abandonar a Saul e derruba-lo, tirando-lhe o reino (15:28). Devido Saul ter sido desamparado por Deus ficou só, como um órfão, sem ter aonde recorrer quando surgisse algum problema. Devido o egoísmo de Saul, o povo de Israel foi derrotado e dizimado ao combater contra os filisteus, e Saul e seus filhos foram mortos. A ambição de Saul por obter um reino para si mesmo e para seu filho, além do ciúme que sentia por Davi, terminou por anular e por fim a seu desfrute da boa terra que Deus prometeu. A morte de Saul, de seus três filhos e de seu escudeiro representou o justo juízo de Deus executado sobre aquele que se rebelou contra Ele, usurpou Seu lugar e se tornou Seu inimigo (1 Cr. 10:13-14).

A lição que deveríamos aprender do trágico final que teve Saul é que devemos crucificar nossa carne e renunciar a nosso egoísmo, ou seja, a nossos interesses e ambições pessoais (Gl. 5:24; Mt. 16:24; Fp. 2:3). Este relato do final terrível que teve Saul constitui uma seria advertência para todos nós que servimos no reino de Deus, a fim de que não façamos uma obra isolada dentro do reino de Deus nem abusemos de nada no reino. Não devemos ser como Saul procurando estabelecer nossa própria “monarquia”; mas, todos devemos realizar uma só obra, a obra única, a qual consiste em edificar o reino de Deus, o Corpo de Cristo. (Holy Bible,RecoveryVersion,1 Samuel 31:6,nota 1)

 Lectura adicional: Estudio-vida de 1 y 2 Samuel, mensajes 17, 18, 30

 

Anotação: ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________


 

 

Himnos, #431do hinário em espanhol

1 É um exercício do reino de Deus, Porém quando Ele regressar será um galardão; Em Sua sabedoria nos treina,
Para cumprir Seu plano e justiça afirmar.

2 Nascemos de Deus para com Ele reinar, Porém Seu treinamento nos preparará, Até poder reinar como reis com Ele,
Para que Seu reinado se possa exercer.

3 Devemos ao trono submissos estar, Restringidos em tudo, Seu reino honrar; Para assim compartilhar de Sua autoridade,
E com Cristo sobre as nações reinar.

4 Devemos ser justos negando o eu, Ter paz com os homens e gozo com Deus; No reino vivendo em sua realidade,
Sua manifestação se poderá realizar.

5 Então o reino com Cristo virá, Seu reinado é o prêmio que Ele nos dará; O Senhor Sua justiça assim manterá,
hostes do céu a contemplarão.

6 Por Por isso grande preço o apóstolo pagou, Pelo reino seguro a meta correu; E portanto nos pede mais fidelidade,
Para no futuro o Reino alcançar.

7 Senhor, por Tua graça desejamos viver Em Teu reino treinados, ganhando-o assim, E ser exercitados em sua realidade,
Para o reino amanhã poder desfrutar.                         VOLTAR